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Claudia
Rossi
Barra Mansa - RJ
Nasci em 19 de fevereiro, e mesmo com 46 anos,
sou uma tardia pretendente a mãe, cheia de esperanças, pois
não me sinto com esta idade.
Meu maridão é o Sérgio, meu amor, meu companheiro.
Estou casada desde 24/06/2000. Casei mais tarde, pois estava
esperando a minha alma gêmea, e tenho certeza de que a encontrei.
Deus, e Nossa Senhora nos colocou um no caminho do outro.
Trabalho no Setor da Qualidade de uma empresa
que presta serviços de engenharia.
Tenho tentado um bebezinho que venha da minha
barriga, mas ainda não foi a hora, e penso que Deus sabe a hora
e o jeito certo, e quem sabe o meu bebê não venha do meu coração??
Eu e meu marido estamos juntos correndo atrás deste nosso sonho.
Tenho ovários policísticos (SOP), mas segundo
os médicos isto não é impedimento para que eu engravide. Já
fiz indução com Clomid. Mas não aconteceu!
Este ano de 2006 vai ser o do meu bebê, ele
vai chegar. Eu confio em Deus e na Minha Mãe Santíssima, que
minha bênção vai chegar!!!!

E vai ser a realização do meu maior sonho.
Por isso coloquei o nome de meu blog, "Meu Sonho, Meu Bebê,
Minha Vida!!"
Neste dia 24.06.2006 completei 6 anos de casada, de muitas passagens, boas, ruins, batalhas e vitórias
ao lado do meu marido Sérgio, e peço a Deus que nos abençoe, para que possamos estar comemorando
ano a ano nossa vida em comum, crescendo juntos, passando por tudo que devemos passar, mas sempre juntos no amor de Cristo Jesus!
24.06.2006
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Segunda-feira, Setembro 25, 2006
Um Mestre da sabedoria passava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou, ao longe, um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, mesmo com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar. Sem saneamento, casa de madeira. Os moradores; um casal e 5 filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. O Mestre aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família e perguntou:
¿ Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem?
E o senhor calmamente respondeu:
¿ Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos, e a outra parte produzimos queijo e coalhada para nosso consumo. Assim vamos sobrevivendo.
O Mestre agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho, voltou-se para seu fiel discípulo e ordenou:
¿ Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo.
O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do Mestre, cumpriu a ordem. Empurrou a vaquinha precipício abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada em sua memória durante anos. Atormentado pela cena, resolveu largar tudo o que estava fazendo, muitos anos depois, e voltou àquele lugar decidido a contar tudo e implorar perdão à família.
Ao se aproximar do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, carros na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Sentiu-se triste e desesperado imaginando o triste fim que tivera aquela humilde família, após o fatal "acidente" com a vaquinha. Ao chegar no portão, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há alguns anos atrás. O caseiro respondeu:
¿ Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o Mestre. Elogiou o local e perguntou ao homem:
- Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida agora?
O senhor entusiasmado, respondeu:
¿ Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. A partir de então, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver novas habilidades que não sabíamos possuir, e assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para a sobrevivência e convivência com a rotina. Descubra qual a tua. Aproveite este momento e empurre tua vaquinha precipício abaixo.
Este texto lindo acima foi um presente da minha amiga querida, minha filhinha mais velha, minha irmãzinha, a Luciana, mamãe do fofinho Henry! E eu amei meu presente! Curtam comigo!
Beijos
às 1:02 PM
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Quinta-feira, Setembro 21, 2006
''Tu serás uma bênção''
Devemos ter uma gratidão imensa pela Cruz de Jesus.
Ao olharmos na Cruz, olhemos com amor,
porque Ele foi suspenso nela para que pudéssemos receber as bênçãos.
Ele recebeu os males para que pudéssemos receber os bens.
Por isso, nós precisamos abençoar todas as pessoas com
as quais convivemos e que passam pela nossa vida, porque
esta é a nossa essência: somos uma bênção.
"Tu serás uma bênção" (cf. Gn 12,2c).
Quanto mais somos instrumentos da bênção de Deus,
tanto mas nos configuramos a Jesus.
O próprio Senhor na sua palavra nos instrui para abençoarmos
os que nos amaldiçoam; para rezarmos pelos nossos inimigos.
Sejamos, hoje, canais da bênção de Deus para todas
as pessoas que Deus puser na sua vida.
Jesus, eu confio em Vós!
às 10:24 AM
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Quarta-feira, Setembro 20, 2006
A Flor do Maracujá
Encontrando-me com um sertanejo
Perto de um pé de maracujá
Eu lhe perguntei:
Diga-me caro sertanejo
Porque razão nasce roxa
A Flor do Maracujá?
Ah, pois então eu lhi conto
A estória que ouvi contá
A razão pro que nasci roxa
A frô do Maracujá!
Maracujá já foi branco
Eu posso inté lhe ajurá
Mais branco que caridadi
Mais brando do que o lua!
Quando a frô brotava nele
Lá pros cunfim do sertão
Maracujá parecia
Um ninho de argodão!
Mais um dia, há muito tempo
Num méis que inté num mi alembro
Si foi maio, se foi junho
Si foi janero ou dezembro!
Nosso Sinhô Jesus Cristo
Foi condenado a morrê
Numa cruis crucificado
Longe daqui como o quê!
Pregaro Cristo a martelo
E ao vê tamanha crueza
A natureza inteirinha
Pois-se a chorá de tristeza!
Chorava os campos
As foia, as ribera
Sabiá tamém chorava
Nos gaio a laranjera!
E havia junto da cruis
Um pé de maracujá
Carregadinho de frô
Aos pés de Nosso Sinhô!
I o sangue de Jesus Cristo
Sangui pisado de dô
Nus pé de maracujá
Tingia todas as frô!
Eis aqui seu moço
A estória que eu vi contá
A razão proque nasce roxa
A frô do Maracujá!
Catulo da Paixão Cearense
às 3:11 PM
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